"Não vou me preocupar com o passado, vou apenas pensar no futuro, pois é nele que eu pretendo passar o resto da minha vida."

quinta-feira, 14 de maio de 2015

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Ana Paula Oliveira


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Ministério confirma 16 casos de Zika, febre 'prima' da dengue

Estadão Conteúdo – 9 horas atrás
(Foto: AFP)
(Foto: AFP)
O Instituto Evandro Chagas confirmou na manhã desta quinta-feira, 14, 16 casos de Zika Vírus no País - oito no Rio Grande Norte e oito casos na Bahia. O resultado dos exames foi divulgado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro. 

O ministro afirmou que a Pasta já esperava a confirmação e que outros casos devem ocorrer no País. "É preciso deixar claro que essa não é nossa preocupação. Estamos preocupados com a dengue", afirmou.

Chioro acrescentou que, embora possa provocar muito incômodo, a Zika não traz risco de morte. A doença provoca febre baixa, vermelhidão nos olhos, dores nas articulações, no corpo e de cabeça.

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O ministro contou que a chegada no Brasil da doença já era esperada desde a Copa do Mundo. A Zika é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti contaminado com o vírus. Depois da contaminação, o paciente leva em média quatro dias para apresentar os primeiros sintomas.

O tratamento é feito com medicamentos para reduzir a dor, como paracetamol. Não é indicado o uso de anti-inflamatórios ou de medicamentos com ácido acetilsalicílico. A recuperação ocorre em até sete dias depois do aparecimento dos primeiros sinais da doença.

Chioro classificou como explosiva a epidemia de dengue registrada nos Estados do Acre, Goiás e São Paulo. O ministro avaliou que o número de casos de novos casos da doença entrará em declínio somente com a redução das chuvas e do calor.

"Essa é nossa maior preocupação. Precisamos ficar atentos a sinais de agravamento da doença, que são dor de abdominal, vômito, associado a sintomas clássicos", disse o ministro.


Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/minist%C3%A9rio-confirma-16-casos-zika-febre-prima-dengue-154800646.html

Sopa creme de milho verde

Por Vamos Comer – sex, 1 de ago de 2014 09:40 BRT



Receita cedida pela Becel!

Ingredientes
·         1 lata de milho verde escorrido
·         1 xícara (chá) de água
·         2 colheres (sopa) de amido de milho MAIZENA®
·         2 xícaras (chá) de leite desnatado
·         3 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL PRO.ACTIV
·         meio maço pequeno de brócolis picado
·         1 colher (chá) de sal

Modo de fazer

1.    Primeiro passo:
Bata no liquidificador o milho, a água e o amido de milho MAIZENA®. Passe na peneira.
2.    Segundo passo:
Coloque em uma panela, junte o leite e o creme vegetal BECEL PRO.ACTIV. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até levantar fervura.
3.    Terceiro passo:
Junte o brócolis e cozinhe por 10 minutos ou até ficar macio, mexendo de vez em quando. Tempere com o sal e sirva em seguida.
4.    Quarto passo:
Se desejar, bata no liquidificador apenas a metade do milho verde e acrescente o restante no final do cozimento.

VARIAÇÃO:
Utilize os talos de brócolis no preparo de um cozido de legumes.

Fonte: Yahoo! Mulher

Deixar-se

Por  | Mente Aberta – ter, 12 de mai de 2015
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Todo mundo conhece, ou vai conhecer, a dor de ser deixado. Milhares de canções falam disso há gerações e gerações. Ser trocado por um coleguinha na infância, esquecido por uma amiga em qualquer idade. Ser abandonado por um amor. A sensação sentida não é bolinho, nem melzinho na chupeta. Difícil tirar de letra a experiência do abandono. Talvez seja semelhante a observar, do cais, um barco naufragar. Depois de tudo, só ficam espumas brancas e a imensidão azul.
Mas existe outra dor, mais velada e menos homenageada em prosa e verso, que é a dor de quem deixa. Ou mesmo a pena de quem trai. Pois se você ainda não traiu algo ou alguém, pode escrever: vai rolar. É evidente que há uma hierarquia na traição, por exemplo, trair ideias é menos grave que trair pessoas. Trair estranhos é mais fácil do que apunhalar conhecidos. Trair aqueles que amamos, então, é terremoto com mais de 9 graus nas escala Richter.
Trair a si mesmo? Uau! É coisa de rasgar o peito com peixeira afiada. Apertar o cérebro com chave inglesa. No entanto fazemos não uma só vez, mas algumas pelo escorregar da vida. Eu já experimentei. Deixe-me levar para situações que desdiziam e até negavam valores que creio. O mau-estar foi total e na maior parte, com esforço e coragem, voltei ao prumo. Como forma de compensação reafirmei os antigos valores com ilusão e entusiasmo.
No entanto, às vezes são os valores, as crenças, as verdades, os ideais que nos traem. Eles se apequenam ou arrancam a máscara com que nos seduziram. Acho que é o que ocorre com o crente que deixa de acreditar em Deus, com o capitalista que se desilude dos bens que o dinheiro compra. Com o casal que percebe que a felicidade escapou pelo ralo do apê. Com o convicto solteirão ao se dar conta que a vida de casado seria o céu. A garota de programa sonhando com a vida num convento. A madre superiora fantasiando com a rotina de um bordel.
Nesses momentos radicais, de inflexão, de pezinho na beira do penhasco, é que começamos a entender a arte de se deixar. A mais profunda entrega ao que ainda não conhecemos, mas queremos provar. O caminho a ser desbravado, pois gostamos de onde ele nos levará. Em frente, há só horizonte. Por cima, nuvens ciganas. Ao lado, tudo o que vivenciamos. Embaixo, a fluidez das águas. Friozinho na barriga. Adeus e avante!

imagem: Régine Ferrandis