"Não vou me preocupar com o passado, vou apenas pensar no futuro, pois é nele que eu pretendo passar o resto da minha vida."

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

5 coisas que todo investidor precisa saber para investir na renda fixa e não perder dinheiro

InfoMoney – qua, 10 de ago de 2016 08:53 BRT

SÃO PAULO – Considerada um dos investimentos mais seguros devido ao baixo risco de crédito, a renda fixa é escolhida por aqueles que buscam investimentos mais conservadores e que têm como objetivo a reserva do patrimônio, uma evolução constante das aplicações e uma rentabilidade acima da inflação. É importante frisar que a última não é uma característica da renda fixa, mas é a forma como ela tem se comportado recentemente.
São diversas as opções de investimento neste ativo, com diferentes rentabilidades, datas de vencimento e características. Levando em consideração que cada investidor possui um perfil com necessidades e condições distintas, os assessores Fernanda Alves, da Praisce Capital, e Eduardo de Lucca, do Valor a Mais, listaram cinco dos principais pontos a serem analisados antes de você realizar qualquer investimento em renda fixa:
1- Tipos de remuneração
Ao investir na renda fixa o investidor precisa ter em mente que há três tipos de remuneração e que cada uma delas está atrelada a objetivos e prazos distintos. Prefixado, pós-fixado e aplicações que pagam uma taxa prefixada mais uma taxa pós - caso do Tesouro IPCA+, que remunera o investidor com o IPCA (parte pós-fixada) mais uma taxa pré definida no momento da compra.
Fernanda explica que os títulos prefixados não levam em consideração a variação das taxas de juros nem a inflação. O investidor já sabe quanto vai ganhar no momento da aplicação - desde que mantenha o título até seu vencimento.
Para quem quer manter o capital com um ganho acima da inflação o ideal é aplicar em títulos atrelados ao IPCA (Índice que mede a inflação oficial do país). Porém, ele alerta que este tipo de aplicação pode sofrer variações em suas taxas de rentabilidade: “Os prefixados e os IPCA+ podem trazer uma oportunidade ou um risco (de perda ou ganho de capital), já que sofrem variações do mercado”.
Já os pós-fixados geralmente são indexados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário) ou a taxa Selic, ou seja, tendem a subir ou cair de acordo com as oscilações da taxa.
2- Tendência dos juros
Fernanda explica que é fundamental que o investidor saiba se a tendência dos juros é de alta ou de queda, pois estas informações podem ajudá-lo a encontrar a melhor opção de investimento. “Hoje a tendência dos juros é de queda e por isso, os títulos prefixados ou atrelados à inflação são as melhores opções no longo prazo”, diz. E completa: “Aquilo que a gente conseguir congelar nas taxas atuais, será um bom investimento”.
3- Liquidez 
Quando falamos em liquidez dos títulos estamos nos referindo à facilidade de converter o ativo em dinheiro, ou seja, à possibilidade de resgate do investimento antes da data de vencimento.
Fernanda explica que para encontrar a melhor opção, o investidor precisa determinar o motivo de seu investimento, assim como, o tempo que deixará o dinheiro aplicado. Você investe para retirar o dinheiro daqui a seis meses para uma viagem, aplica por dez anos para a educação de seus filhos, ou investe com um prazo superior a 20 anos para a sua aposentadoria?
Quanto maior o prazo estipulado, melhores serão as taxas que o investidor conseguirá e consequentemente, melhor será a rentabilidade. “Quanto maior a carência, maior a rentabilidade”, explica Claudio. Para encontrar o título ideal nestas condições, Fernanda aconselha: “Se o objetivo for o investimento a longo prazo, o investidor precisa focar nas taxas e em qual título está pagando mais”.
Caso o objetivo seja retirar o dinheiro no curto prazo, opte por títulos com maior taxa de liquidez, como os títulos pós-fixados.
4- Perfil de risco 
O perfil de risco do investidor também é um dos fatores que devem ser considerados no momento de escolha do investimento, ou seja, se as atitudes serão conservadoras, moderadas ou arriscadas. Isso fará com que a carteira esteja adequada e em linha com os seus objetivos.
A renda fixa também tem seus riscos e é importante que o investidor os conheça. O risco de crédito (ou seja, o emissor ter problemas de solvência e não honrar com o pagamento da aplicação) é um deles. No caso dos títulos públicos este risco é muito baixo, já que eles são emitidos pelo governo federal, o melhor entre todos os credores. Já os títulos bancários como o CDB, LCI e LCA carregam o risco da própria instituição financeira. Uma das vantagens destas três aplicações é que elas são garantidas pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para investimentos de até R$ 250 mil por CPF e instituição. Então se você investir em um CDB de um banco menor e ele "quebrar", o FGC garante aplicações até este valor limite.
Já os títulos emitidos por empresas, chamados de debêntures, têm um risco maior já que não contam com a garantia do FGC. Portanto, é importante conhecer a empresa e sua solidez antes de realizar uma aplicação deste tipo.
Outro risco que o investidor deve conhecer é o de mercado. Aplicações prefixadas ou que pagam uma taxa pós mais uma taxa pré (caso do Tesouro IPCA+, por exemplo) têm risco de oscilação de preços. É importante saber que o investidor que leva o título até seu vencimento recebe todo o valor acordado no momento da compra, sem chance de perda. Já quem decide vender o título antes vai fazê-lo de acordo com o preço de mercado naquele momento e pode inclusive ter perda de parte do capital investido. Portanto, para os investidores conservadores, o ideal é sempre comprar estes títulos pensando em levar até o vencimento.
Já as aplicações pós-fixadas não têm uma oscilação de preço de mercado e são ideais para quem quer montar uma reserva de liquidez - aquele dinheiro destinado a emergências, que pode ser retirado da conta a qualquer momento.
Devido à importância de planos personalizados para cada investidor, Fernanda recomenda que os interessados recebam uma orientação adequada, permitindo que todas as necessidades sejam atendidas. Ela afirma também, que o investidor e seu assessor de investimentos devam estar em linha com os mesmos objetivos: “Não adianta nada eu oferecer um investimento que se encaixe nas necessidades do cliente, mas que ele não se sinta confortável”, conta.
5- Rentabilidade
Observar o quanto paga determinado investimento é fundamental para definir prazos, objetivos e organizar o planejamento financeiro. É também por meio da rentabilidade que o investidor consegue medir se o título se aplica às suas necessidades, ou seja, se aquela viagem que planejou para o ano que vem será possível ou não. A taxa de rentabilidade atrelada aos prazos é importante para a escolha do título ideal, uma vez que pode interferir na quantia final recebida. Se a opção for por títulos prefixados, por exemplo, lembre-se que as taxas serão as mesmas, desde que você mantenha o título até o vencimento. Caso você opte por vender antes, tenha em mente que há a possibilidade de ganhar ou até perder dinheiro devido ao risco de mercado.

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Tem pouco dinheiro? Veja 3 boas aplicações para fazer com apenas R$ 100,00

InfoMoney – qua, 3 de ago de 2016 08:54 BRT

SÃO PAULO – Muitas pessoas têm a impressão de que investir o dinheiro fora da poupança é algo que pode ser feito apenas com quantias relativamente altas de dinheiro. Contudo, o que muita gente não sabe é que é, sim, possível aplicar pouco dinheiro em alternativas muito mais rentáveis e com a mesma segurança da poupança. O InfoMoney conversou com Aderson Gegler, sócio diretor da Moinhos Investimentos, que listou três aplicações que é possível fazer com apenas R$ 100.
“Um dos erros mais frequentes de quem começa a investir é não procurar alternativas de investimento diferentes da poupança, simplesmente por achar que não existem soluções melhores para quem quer começar com pouco. Dentre as alternativas mais comuns podemos citar os Títulos Públicos, que possuem risco soberano, ou seja, a garantia do Governo Federal”, explica o assessor de investimentos.
Os títulos públicos, que são oferecidos pelo Tesouro Direto, são, na teoria, o investimento mais seguro do país, uma vez que conta com a garantia do governo federal, que é o melhor credor do país. “Há várias formas de se investir no Tesouro Direto, porém para quem está começando, a melhor forma provavelmente será a dos títulos atrelados à Selic, nossa taxa básica de juros”, aconselha Aderson.
“Outra forma de se investir com poucos recursos é através dos chamados fundos DI. Existem dezenas no mercado, porém é importante pesquisar a rentabilidade deles e comparar as taxas de administração. Nos grandes bancos elas muitas vezes são abusivas e fazem a rentabilidade cair a ponto de não valer a pena o investimento. Um bom fundo DI deve rentabilizar o capital do investidor em torno de 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário)”, aponta o assessor de investimentos.
O CDI é um indicador que anda em linha com a Selic. “A alíquota a ser paga depende do tempo em que o recurso ficará investido, mas após 2 anos de investimento, a alíquota é a mínima e fica em 15% sobre o rendimento (os títulos públicos são tributados no momento da liquidação e os fundos, através dos come-cotas, a cada seis meses). Como temos um CDI em 14,1% ao ano, descontando o imposto teríamos um rendimento líquido próximo de 12% ao ano. Muito acima dos 8,4% ao ano da poupança”, explica.
Outra alternativa de investimento que pode ser interessante com esse valor é a previdência. “Neste caso, além do investidor pesquisar sobre a taxa de administração e rentabilidade, é preciso se certificar de que não vai pagar a taxa de carregamento. Não há nenhum motivo lógico para aceitar pagar esta taxa, que acaba corroendo boa parte do recurso investido”, conta Aderson.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasileiros não precisam de visto para 153 países

Terça-Feira, 24/05/2016, 07:47:56 - Atualizado em 24/05/2016, 07:55:12
Brasileiros não precisam de visto para 153 países (Foto: Reprodução)
Nosso passaporte azul dá entrada em 153 países. (Foto: Reprodução)

Você curte viajar? Então essa listinha com os países que não exigem visto dos brasileiros pode te ajudar muito a definir o próximo destino.  
Nosso passaporte azul dá entrada em 153 países. Confira:
  • África do Sul
  • Albânia
  • Alemanha
  • Andorra
  • Antilhas Francesas
  • Antígua e Barbuda
  • Argentina
  • Aruba
  • Áustria
  • Bahamas
  • Barbados
  • Bélgica
  • Belize
  • Benin
  • Bolívia
  • Bonaire
  • Bósnia e Herzegovina
  • Botsuana
  • Bulgária
  • Chile
  • Chipe
  • Cingapura
  • Colômbia
  • Coréia do Sul
  • Costa Rica
  • Croácia
  • Curaçao
  • Dinamarca
  • Dominica
  • Equador
  • El Salvador
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Estônia
  • Fiji
  • Filipinas
  • Finlândia
  • França
  • Geórgia
  • Grécia
  • Guatemala
  • Guiana
  • Haiti
  • Honduras
  • Holanda
  • Hong Kong
  • Hungria
  • Ilhas Maurício
  • Irlanda
  • Islândia
  • Israel
  • Itália
  • Liechtenstein
  • Lituânia
  • Luxemburgo
  • Malásia
  • Maldivas
  • Malta
  • Marrocos
  • México
  • Mônaco
  • Mongólia
  • Montenegro
  • Namíbia
  • Nicarágua
  • Noruega
  • Nova Zelândia
  • Panamá
  • Palestina
  • Paraguai
  • Peru
  • Polônia
  • Portugal
  • Reino Unido
  • República Dominicana
  • República Tcheca
  • Romênia
  • Ruanda
  • Rússia
  • San Marino
  • Santa Lúcia
  • São Cristóvão e Neves
  • São Vicente e Granadinas
  • Sérvia
  • Suazilândia
  • Suécia
  • Suíça
  • Suriname
  • Tailândia
  • Trinidad e Tobago
  • Tunísia
  • Turquia
  • Ucrânia
  • Uruguai
  • Vaticano
  • Venezuela.

(DOL)

terça-feira, 24 de maio de 2016

Conexão Animal

Venham conhecer o nosso projeto que está em desenvolvimento e nos ajudar a ajudar nossos amigos de patas.
Quanto mais pessoas ajudando melhor.

Conexão Animal

Conexão Animal um projeto que vale à pena apoiar!

Noivas das novelas: os vestidos icônicos das telinhas

Yahoo Vida e Estilo
23 de maio de 2016

As personagens de novelas costumam ditar moda, principalmente aquelas que sobem ao altar durante as tramas. Alguns vestidos fizeram tanto a cabeça das telespectadoras que marcaram a telinha e viraram icônicos.
Os modelitos geralmente conquistam todos os gostos, já que alguns são mais discretos e outros mais glamourosos.
Selecionamos alguns modelos de vestidos de noiva das novelas que apareceram nas telinhas nos últimos anos.
Para as noivinhas de plantão se inspirarem. vem ver!  
<p>As personagens de novelas costumam ditar moda, principalmente aquelas que sobem ao altar durante as tramas. Alguns vestidos fizeram tanto a cabeça das telespectadoras que marcaram a telinha e viraram icônicos. </p><p>Os modelitos geralmente conquistam todos os gostos, já que alguns são mais discretos e outros mais glamourosos. </p><p>Selecionamos alguns modelos de vestidos de noiva das novelas que apareceram nas telinhas nos últimos anos. </p><p>Para as noivinhas de plantão se inspirarem. vem ver!  </p>
Andreia Horta como a Maria Clara, em “Império” (Reprodução)
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Bruna Marquezine como a Luiza, de “Em Família” (Reprodução)
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Giovanna Antonelli e Tainá Müller como Clara e Marina, em “Em Família” (Reprodução)
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Grazi Massafera como Ester, em “Flor do Caribe” (Reprodução)
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Débora Falabella como Nina, em “Avenida Brasil” (Reprodução)
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Giovanna Antonelli como Jade, em “O Clone” (Reprodução)
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Glória Pires como Maria de Fátima, em “Vale Tudo” (Reprodução)  
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Carolina Dieckmann como Camila, em “Laços de Família” (Reprodução)
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Cláudia Abreu como Laura, em “Celebridade” (Reprodução)
<p>(Reprodução) </p>
Marina Ruy Barbosa como Maria Isis, em “Império” (Reprodução)
<p>(Reprodução) </p><p><br /></p>
Isis Valverde como Sandra, em “Boogie Oogie” (Reprodução)
<p>(Reprodução) </p>
Taís Araújo comom Helena, em “Viver a Vida” (Reprodução) 
Fonte: Yahoo!